O bêbado a bailarina
e o alquimista
Sem
tremer peço um trago
Sem
beber já me estrago,
me afundo.
Confundo-me
Alguns goles depois já perderam o passo
O compasso
Cheio deste espirituoso, maltes.
Meu
jeito mateiro, meio batuta.
Pude
logo perceber
O
brilho de lua cheia
E
canto de sereia
Tudo
não passa de coisa da cuca
Encantamento e
Som. De
viola só por moça bonita...
Vidrado
nos gestos sublimes da bailarina.
Brisa,
mar, sereia encantos...
Sorrisos Em um canto de bar
Pedidos
perdidos esquecidos deslizam sobre o Carrara
Cristais
a deriva aguardam o toque sútil do alquimista
Enquanto
ela dança eloquente com sua vestida prata
Mergulhada em aromas e sabores.
O bêbado
sonha...
Em delírios
tremus
Manhatan...

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